Glossário de bike fit
Setenta e oito termos em português de Portugal, com a variante do Brasil quando difere. Cada termo tem a sua ligação, para citares ou guardares.
78 termos. Quando o Brasil usa outra palavra, dizemo-lo entre parênteses retos. Os números são os das fontes citadas no estúdio; a sessão mede o teu caso.
Geometria do quadro 15
- Stack #
- Distância vertical do centro do eixo pedaleiro ao topo da caixa de direção. Diz a "altura" do quadro sem depender do tamanho nominal. Ver também: Reach, Relação stack/reach (S/R), Stack e reach efetivos. Artigo: Stack e reach: o tamanho não chega
- Reach #
- Distância horizontal do centro do eixo pedaleiro ao topo da caixa de direção. Diz o "comprimento" útil do quadro. Ver também: Stack, Alcance (selim-guiador), Avanço. Artigo: Stack e reach: o tamanho não chega
- Relação stack/reach (S/R) #
- Quociente entre o stack e o reach. Por volta de 1,4 ou menos aponta para geometria de competição; 1,5 ou mais para endurance. Ver também: Stack, Reach. Artigo: Stack e reach: o tamanho não chega
- Recuo do selim (setback) #
- Distância horizontal entre o bico do selim e a vertical que passa pelo eixo pedaleiro. Condiciona o ângulo da anca e quanto peso vai para as mãos. Ver também: KOPS (knee over pedal spindle), Ângulo do tubo de selim (STA), Espigão de selim. Artigo: Os números do bike fit
- Drop (queda) #
- Diferença de altura entre o topo do selim e o topo do guiador ou das manetes. Também é o nome da parte baixa do guiador de estrada. Ver também: Queda selim-guiador, Guiador.
- Ângulo da caixa de direção (HTA) #
- Ângulo do tubo de direção com a horizontal, em geral 70,5–74° na estrada. Entra em todas as contas de avanço e de espaçadores. Ver também: Avanço, Espaçadores, Trail.
- Ângulo do tubo de selim (STA) #
- Ângulo do tubo de selim com a horizontal: 72–75° na estrada, 76–80° em contrarrelógio. Define para onde o selim se desloca quando sobe. Ver também: Recuo do selim (setback), Espigão de selim.
- BB drop (queda do eixo pedaleiro) #
- Distância vertical entre a linha que une os eixos das rodas e o centro do eixo pedaleiro. Quanto maior, mais baixo fica o centro de gravidade. Ver também: Pedaleira e eixo pedaleiro.
- Escora traseira (chainstay) #
- Tubo entre o eixo pedaleiro e o eixo da roda traseira. O comprimento mexe na estabilidade e no espaço para o calcanhar. Ver também: Front-centre.
- Trail #
- Distância, medida no solo, entre o ponto onde o pneu da frente toca e o ponto onde o eixo de direção prolongado tocaria. Mais trail dá uma direção mais estável. Ver também: Rake (avanço da forqueta), Ângulo da caixa de direção (HTA).
- Rake (avanço da forqueta) #
- Deslocamento do eixo da roda da frente em relação ao eixo de direção. Em conjunto com o ângulo da caixa de direção define o trail. Ver também: Trail, Altura da forqueta.
- Altura da forqueta #
- Distância do eixo da roda à base da coroa da forqueta. Faz parte do stack. Ver também: Stack, Rake (avanço da forqueta).
- Front-centre #
- Distância do eixo pedaleiro ao eixo da roda da frente. Abaixo de cerca de 560 mm, em rodas 700c, o pé pode tocar na roda ao virar. Ver também: Escora traseira (chainstay).
- Sloping #
- Tubo superior inclinado para baixo em direção ao selim. Torna o "tamanho do tubo de selim" pouco útil e reforça a necessidade de olhar para stack e reach. Ver também: Stack, Reach.
- Stack e reach efetivos #
- Variante que algumas marcas publicam medida até às manetes, já com o avanço e o guiador de série. Não se compara com o stack e reach do quadro. Ver também: Stack, Reach, Manetes (hoods).
Posição e pedalada 11
- KOPS (knee over pedal spindle) #
- Joelho na vertical do eixo do pedal com a manivela à horizontal. Referência histórica nunca validada; a pedalar o joelho fica cerca de 8 mm mais à frente do que parado. Ver também: Recuo do selim (setback), Captura 3D (análise de movimento). Artigo: Os números do bike fit
- Ângulo do joelho #
- Flexão do joelho no ponto mais baixo da pedalada: 25–35° medido parado (método de Holmes), 30–40° a pedalar. É a medida com mais consenso para a altura do selim. Ver também: Goniómetro, Captura 3D (análise de movimento), KOPS (knee over pedal spindle). Artigo: Altura do selim: a fórmula não chega
- Ângulo do tronco #
- Ângulo do tronco com a horizontal, com as mãos nas manetes: 30–45° em competição, 40–60° em conforto, BTT e gravel. Ver também: Ângulo da anca, Queda selim-guiador. Artigo: Os números do bike fit
- Ângulo da anca #
- Ângulo entre o fémur e o tronco no ponto mais alto da pedalada. Fecha com manivelas mais longas (cada 5 mm a mais, cerca de 1,8–3,4°) e com posições mais baixas. Ver também: Manivela, Mobilidade da anca, Ângulo do tronco.
- Ângulo do cotovelo #
- Flexão do cotovelo com as mãos nas manetes. A recomendação habitual anda nos 20–30° de flexão. Ver também: Alcance (selim-guiador), Manetes (hoods).
- Alcance (selim-guiador) #
- Distância horizontal do bico do selim ao centro do guiador ou às manetes. É o resultado final das contas de reach, avanço e recuo. Ver também: Reach, Avanço, Recuo do selim (setback).
- Queda selim-guiador #
- O drop aplicado à posição: na estrada vai de zero a mais de 10 cm, conforme a flexibilidade e o objetivo. Ver também: Drop (queda), Ângulo do tronco, Cadeia posterior.
- Ponto morto superior e inferior (PMS/PMI) #
- As posições de 12 h e de 6 h da manivela, onde o binário é mínimo. Ver também: Fase de potência, Ângulo do joelho. Artigo: A pedalada: fases e força
- Fase de potência #
- Setor da pedalada em que empurras o pedal com binário positivo, cerca de 15–205° a contar das 12 h. O pico fica entre 65 e 125°. Ver também: Ponto morto superior e inferior (PMS/PMI), Potência (W) e binário (Nm). Artigo: A pedalada: fases e força
- Tracking do joelho #
- Trajetória lateral do joelho visto de frente. Deslocamentos de 2–8 cm são normais; mais de 40 mm merecem atenção. Ver também: Varo e valgo do antepé, Palmilha, Cunha (wedge). Artigo: Dor no joelho a pedalar
- Posição aero (pads) #
- Posição de contrarrelógio com os antebraços nos apoios das extensões. Descreve-se pelas coordenadas dos apoios, Pad X e Pad Y. Ver também: Extensões (aero bars), Ângulo da anca.
Pé, sapatilha e pedal 16
- Cleat (taco) #
- Peça aparafusada à sola da sapatilha que encaixa no pedal. A sua posição é o primeiro ajuste da sessão. [PT-BR: taquinho, taco] Ver também: Fore-aft do cleat, Float, Q-factor, Cunha (wedge). Artigo: Cleats: a posição muda tudo
- Sapatilha #
- Calçado de ciclismo com sola rígida, onde se fixa o cleat. [PT-BR: sapatilha, tênis de ciclismo] Ver também: Cleat (taco), Palmilha.
- Float #
- Folga angular que o cleat tem no pedal antes de soltar. Vai de 0 a 9° fixos (Shimano, Look) a 0–15° ajustáveis (Speedplay). Ver também: Cleat (taco), Tracking do joelho. Artigo: Cleats: a posição muda tudo
- Fore-aft do cleat #
- Posição do cleat ao longo do pé, para a frente ou para trás. A referência clássica põe o eixo do pedal entre a primeira e a quinta cabeça do metatarso. Ver também: Metatarso (1.ª MTP), Midfoot, Cleat (taco). Artigo: Cleats: a posição muda tudo
- Metatarso (1.ª MTP) #
- Cabeça do primeiro metatarso, a "bola" do pé. É o ponto de referência clássico para posicionar o cleat. Ver também: Fore-aft do cleat, Cleat (taco).
- Midfoot #
- Cleat recuado até ao meio do pé. Obriga a baixar o selim 25–40 mm. Ver também: Fore-aft do cleat, Cleat (taco).
- Q-factor #
- Distância entre as faces exteriores das duas manivelas, medida no pedaleiro. É uma propriedade da pedaleira, não do cleat. Ver também: Largura de apoio (stance width), Pedaleira e eixo pedaleiro, Eixo do pedal (spindle). Artigo: Guiador, selim e manivelas: as medidas
- Largura de apoio (stance width) #
- Distância entre os centros dos dois pés a pedalar. Ajusta-se com a posição lateral do cleat, anilhas ou eixos de pedal mais longos (+3/+6/+12 mm na Speedplay, +4 mm na Shimano). Ver também: Q-factor, Eixo do pedal (spindle), Cleat (taco).
- Cunha (wedge) #
- Calço inclinado, em geral de 1°, colocado entre o cleat e a sola ou dentro da sapatilha, para compensar a inclinação do antepé. Empilha-se até cerca de 3–4°. Ver também: Varo e valgo do antepé, Palmilha, Calço de dismetria (shim). Artigo: Cleats: a posição muda tudo
- Calço de dismetria (shim) #
- Placa plana colocada sob o cleat para compensar uma diferença de comprimento entre as pernas. Ver também: Dismetria (LLD), Cunha (wedge).
- Palmilha #
- Suporte interno do pé dentro da sapatilha; corrige o arco e o varo ou valgo. Num estudo, palmilhas personalizadas reduziram o ângulo frontal do joelho de 37,2° para 34,8°. Ver também: Arco plantar, Tracking do joelho, Cunha (wedge).
- Arco plantar #
- Curvatura interna do pé. Classifica-se em alto, médio ou baixo (pé plano). Ver também: Palmilha, Pronação e supinação.
- Varo e valgo do antepé #
- Antepé inclinado para dentro (varo) ou para fora (valgo) em relação ao retropé. É o motivo típico para usar cunhas. Ver também: Cunha (wedge), Tracking do joelho.
- Dismetria (LLD) #
- Diferença de comprimento entre as pernas. Pode ser estrutural, no osso, ou funcional, por postura; compensa-se com calços e com a posição do cleat. Ver também: Calço de dismetria (shim), Assimetria esquerda/direita.
- Pronação e supinação #
- Rolamento do pé para dentro (pronação) ou para fora (supinação) enquanto suporta carga. Ver também: Arco plantar, Palmilha.
- Eixo do pedal (spindle) #
- Eixo que liga o pedal à manivela. O seu comprimento é uma ferramenta de ajuste da largura de apoio. Ver também: Largura de apoio (stance width), Q-factor.
Selim e bacia 11
- Selim #
- O assento da bicicleta. A sua largura, forma e inclinação decidem onde o peso assenta. [PT-BR: selim, banco] Ver também: Largura do selim, Inclinação do selim (tilt), Ísquios (tuberosidades isquiáticas). Artigo: Mapeamento de pressão do selim
- Ísquios (tuberosidades isquiáticas) #
- Os dois ossos da bacia que devem suportar o peso no selim. A distância entre eles, de centro a centro, é a base para escolher a largura. Ver também: Largura do selim, Períneo. Artigo: Guiador, selim e manivelas: as medidas
- Distância intertrocantérica #
- Medida usada pelo sistema idmatch da Selle Italia, entre as cabeças do fémur: abaixo de 120 mm sugere tamanho S, a partir de 120 mm tamanho L. Ver também: Largura do selim, Rotação da bacia.
- Períneo #
- Zona de tecidos moles entre os ísquios, por onde passam nervos e vasos. É onde a pressão deve ser mínima. Ver também: Ísquios (tuberosidades isquiáticas), Recorte (cutout), Mapeamento de pressão. Artigo: Dormência nas mãos e no selim
- Sínfise púbica #
- Articulação anterior da bacia. Recebe carga em posições muito inclinadas; picos de pressão aqui explicam dor na frente do selim. Ver também: Períneo, Rotação da bacia.
- Recorte (cutout) #
- Abertura central do selim. Alivia algumas pessoas, mas num estudo com mulheres não reduziu a pressão perineal. Ver também: Períneo, Selim. Artigo: Mapeamento de pressão do selim
- Bico do selim (nose) #
- Parte dianteira e estreita do selim. Os selins de bico curto mudam a referência a partir da qual se mede o recuo. Ver também: Recuo do selim (setback), Selim.
- Inclinação do selim (tilt) #
- Ângulo do selim com a horizontal, medido nos carris ou na linha do bico à cauda. O habitual vai de 0 a −2/−3°, mais em contrarrelógio. Ver também: Carris do selim, Selim.
- Largura do selim #
- Medida no ponto mais largo do selim. Costuma escolher-se pela distância entre ísquios mais 0 a 40 mm, conforme a posição. Ver também: Ísquios (tuberosidades isquiáticas), Rotação da bacia. Artigo: Guiador, selim e manivelas: as medidas
- Rotação da bacia #
- Quanto a bacia roda para a frente quando inclinas o tronco. É o "1, 2, 3" do sistema idmatch. Ver também: Ângulo do tronco, Largura do selim, Cadeia posterior.
- Mapeamento de pressão #
- Registo da pressão entre o corpo e o selim com uma manta de sensores, enquanto pedalas. Mostra se o apoio está nos ísquios ou nos tecidos moles. Ver também: Períneo, Ísquios (tuberosidades isquiáticas). Artigo: Mapeamento de pressão do selim
Componentes 11
- Guiador #
- A barra de direção. A largura escolhe-se a partir da distância entre os acrómios; o flare e a posição das manetes completam a conta. [PT-BR: guidão] Ver também: Manetes (hoods), Flare, Avanço. Artigo: Guiador, selim e manivelas: as medidas
- Avanço #
- Peça que liga o guiador ao tubo da direção, definida por comprimento em mm e ângulo em graus. É a forma mais barata de afinar o alcance. [PT-BR: mesa] Ver também: Alcance (selim-guiador), Reach, Espaçadores. Artigo: Stack e reach: o tamanho não chega
- Espaçadores #
- Anéis colocados sob o avanço para subir a posição. Cada 10 mm, com a direção a 73°, dá cerca de +9,6 mm de stack e −2,9 mm de reach. Ver também: Avanço, Stack, Ângulo da caixa de direção (HTA).
- Caixa de direção (headset) #
- Rolamentos entre o quadro e a forqueta. A tampa superior conta para o stack do avanço. Ver também: Ângulo da caixa de direção (HTA), Espaçadores.
- Manetes (hoods) #
- As pegas das manetes de travão, onde as mãos passam mais tempo. São a referência para o alcance e para a regra UCI dos 280 mm entre faces interiores. Ver também: Alcance (selim-guiador), Guiador, Flare.
- Flare #
- Abertura para fora da parte baixa do guiador. Em gravel anda nos 12–16°; em competição UCI o máximo é 65 mm por lado. Ver também: Guiador, Drop (queda).
- Extensões (aero bars) #
- Barras de contrarrelógio onde as mãos pousam; os pads são os apoios dos antebraços. A posição descreve-se por Pad X e Pad Y. Ver também: Posição aero (pads).
- Manivela #
- Braço que liga o pedal ao eixo pedaleiro, com comprimentos entre 150 e 175 mm. Mais curta abre a anca e favorece cadências mais altas. [PT-BR: pedivela] Ver também: Ângulo da anca, Cadência, Pedaleira e eixo pedaleiro. Artigo: Guiador, selim e manivelas: as medidas
- Pedaleira e eixo pedaleiro #
- A pedaleira é o conjunto das manivelas e dos pratos; o eixo pedaleiro (bottom bracket) é o eixo e os rolamentos dentro do quadro. Ver também: Manivela, Q-factor, BB drop (queda do eixo pedaleiro).
- Espigão de selim #
- Tubo que suporta o selim e entra no quadro. Existe sem recuo ou com recuo (offset) de 0 a 25 mm. [PT-BR: canote] Ver também: Recuo do selim (setback), Ângulo do tubo de selim (STA).
- Carris do selim #
- Barras sob o selim onde a braçadeira aperta. Permitem deslizar o selim para a frente e para trás e definem a inclinação. Ver também: Inclinação do selim (tilt), Recuo do selim (setback).
Medição e fisiologia 14
- Goniómetro #
- Régua angular de duas hastes para medir ângulos das articulações com o ciclista parado. É o instrumento do método de Holmes. Ver também: Ângulo do joelho, Captura 3D (análise de movimento).
- Captura 3D (análise de movimento) #
- Marcadores e câmaras que medem os ângulos a pedalar. Face ao estático, o joelho mostra cerca de 5,4° mais de flexão. Ver também: Análise 2D (vídeo), Ângulo do joelho, KOPS (knee over pedal spindle). Artigo: Os números do bike fit
- Análise 2D (vídeo) #
- Medição dos ângulos num só plano, a partir de vídeo lateral. É o método usado por Ferrer-Roca. Ver também: Captura 3D (análise de movimento), Ângulo do joelho.
- Lactato e limiares (LT1, LT2) #
- LT1 é a primeira subida do lactato acima da linha de base; LT2 é o ponto de inflexão, ou o máximo estado estável. Os 4 mmol/L são só uma referência histórica. Ver também: FTP, Watts por quilo. Artigo: Teste de lactato: zonas a sério
- FTP #
- Potência funcional de limiar: a maior potência média que aguentas cerca de uma hora. Serve de base às zonas de treino. Ver também: Lactato e limiares (LT1, LT2), Watts por quilo. Artigo: Teste de lactato: zonas a sério
- Cadência #
- Rotações da manivela por minuto (rpm). Manivelas mais curtas favorecem cadências mais altas. Ver também: Manivela, Potência (W) e binário (Nm).
- Potência (W) e binário (Nm) #
- A potência é o binário vezes a velocidade angular. Com uma manivela mais curta precisas de mais força para o mesmo binário. Ver também: Cadência, Fase de potência, Watts por quilo. Artigo: A pedalada: fases e força
- Watts por quilo #
- Potência dividida pelo peso do corpo. É o indicador que conta a subir. Ver também: FTP, Potência (W) e binário (Nm).
- Cadeia posterior #
- Glúteos, isquiotibiais, gémeos e extensores da lombar. Quando está encurtada, limita a queda e a rotação da bacia que toleras. Ver também: Flexibilidade isquiotibial, Rotação da bacia, Queda selim-guiador.
- Flexibilidade isquiotibial #
- Capacidade de alongar os músculos posteriores da coxa. Condiciona o ângulo do tronco e o recuo do selim que consegues manter. Ver também: Cadeia posterior, Ângulo do tronco, Recuo do selim (setback).
- Mobilidade da anca #
- Amplitude de flexão da anca. É o que mais limita a posição de contrarrelógio e o uso de manivelas longas. Ver também: Ângulo da anca, Manivela, Posição aero (pads).
- Assimetria esquerda/direita #
- Diferença de potência ou de movimento entre os dois lados. Entre 0 e 10 % é normal e tende a aumentar com a intensidade. Ver também: Dismetria (LLD), Captura 3D (análise de movimento). Artigo: A pedalada: fases e força
- Dor patelofemoral #
- Dor na frente do joelho, associada a selim baixo ou demasiado avançado. É a queixa de joelho mais comum: 36 % dos profissionais num ano. Ver também: Ângulo do joelho, Tracking do joelho, Sobreuso. Artigo: Dor no joelho a pedalar
- Sobreuso #
- Lesão por repetição, não por trauma: a pedalar fazes até 5000 rotações por hora. É o tipo de lesão em que a posição mais pesa. Ver também: Dor patelofemoral, Assimetria esquerda/direita. Artigo: Dor no joelho a pedalar
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